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Águas pela paz

Águas pela Paz é o tema do “II Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade”, evento gratuito, que será realizado em 11 e 12 de janeiro de 2018, no Museu Nacional, em Brasília/DF, e nos dias 13 e 14 de janeiro, com atividades on-line. O Águas pela Paz é um dos eventos preparatórios oficiais do 8º Fórum Mundial da Água, busca gerar diálogo com o Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA 2018), e vai discutir a cultura de paz e o compartilhamento da água entre povos e nações, abordando-a com uma visão ampliada e indo além da concepção usual que a reduz a mero recurso material. Essa discussão será realizada em perspectiva internacional, intercultural, intergeracional, científica e espiritual, com base na solidariedade, no respeito aos valores e direitos humanos universais, à justiça social e à natureza.

Criar pontes e promover encontros para a criação de uma aliança global pacífica pela conservação e uso consciente da água.

Garantir o acesso a água como um direito de todas as comunidades de vida.

Fórum Mundial da Água

Brasília irá abrigar, em março de 2018, o 8º Fórum Mundial da Água, cujo tema será “Compartilhando Águas”. Este é o evento mais importante da agenda de água em todo o mundo, reúne cerca de 40 mil pessoas em cada edição e acontece a cada 3 anos em diferentes países. É a primeira vez que o evento ocorre no Hemisfério Sul, em um momento de severa crise planetária, em especial no tocante ao tema da água e da adaptação às mudanças climáticas. No contexto do Fórum, o olhar para a água é o de recurso hídrico e o da gestão para o melhor aproveitamento, tendo em vista as necessidades de uso humano.

O impulso da proposição do II Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade – Águas pela Paz, como evento preparatório, foi o de demonstrar que a água é muito mais do que um recurso hídrico. Suas dimensões simbólica e cultural têm um sentido profundo ligado à vida de todos os viventes do nosso Planeta. Todas as tradições se remetem à água com reverência, reconhecendo sua dimensão sagrada e espiritual, o que tem implicações profundas na maneira como nos relacionamos, gerimos e cuidamos desse elemento vital, matriz da vida. Ademais, em um contexto de escassez hídrica, a tônica da cooperação e da paz deve ser a que prevalece nas relações de compartilhamento deste bem precioso.

Fórum Mundial da Água

O Brasil experimenta uma crise paradigmática cultural, política, ambiental, social e espiritual, dominada por contradições internas e profundos conflitos que abrem espaços para estratégias não só institucionalizadas, mas, sobretudo, para práticas de ação social e coletiva.

RESGUARDA UM DOS MAIS EXPRESSIVOS E SIGNIFICATIVOS CONJUNTOS DE COLEÇÕES HÍDRICAS DO PLANETA.

POSSUI UMA POSIÇÃO ESTRATÉGICA E DE VITAL RELEVÂNCIA PARA A ESTRUTURAÇÃO DE UMA PLATAFORMA DE TRANSFORMAÇÕES QUE  BUSCAM EQUILIBRAR A EQUAÇÃO DA VIDA EM CONEXÃO COM OS SISTEMAS NATURAIS
E SOCIOCULTURAIS.

VIVE A CONTRADIÇÃO DE SER BERÇO DAS ÁGUAS E DE PASSAR PELA MAIOR CRISE HÍDRICA DE SUA HISTÓRIA. 

CONQUISTOU A REALIZAÇÃO DO  8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA EM 2018.

Propostas
O II Seminário Águas Pela Paz propõe a imersão em uma nova cultura autorreferenciada. Incorpora a natureza, o homem e a lógica transformadora da relação entre a vida humana e a biosfera e ressignifica a relação simbólica, e também tangível, de um novo matiz capaz de sustentar um efetivo processo de mudança.

PROMOVER O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA SOBRE A  MATERIALIDADE SIMBÓLICA DA  ÁGUA E O DEBATE SOBRE SUA  CONDIÇÃO COMO ENTE DIREITO.

CONTRIBUIR COM A DIFUSÃO E IMPLEMENTAÇÃO DOS 17 OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – ODS.

 

FORTALECER E PROMOVER AÇÕES PREPARATÓRIAS JUNTO A COMUNIDADES, MOVIMENTOS SOCIAIS E PÚBLICO
INFANTO-JUVENIL.

AMPLIAR O CONCEITO DE RECURSOS HÍDRICOS, ENTENDENDO QUE A ÁGUA E SUAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE GESTÃO DEVEM IR  ALÉM DO ASPECTO DO USO,  RECONHECENDO-A COMO FONTE  DA VIDA, QUE ABARCA ASPECTOS  OBJETIVOS E SUBJETIVOS.

PRODUZIR DOCUMENTO COM A VISÃO DO ÁGUAS PELA PAZ EINFLUENCIAR DISCUSSÕES JUNTO À ONU E AO 8º FÓRUM
MUNDIAL DA ÁGUA.

FORTALECER A CAMPANHA ÁGUA E ESPIRITUALIDADE, LANÇADA EM 2013 NA ÍNDIA, QUE PROPÕE À ONU DECLARAR “ÁGUA E
ESPIRITUALIDADE” COMO TEMA DO DIA MUNDIAL DA ÁGUA.

FORTALECER A CULTURA DE PAZ E DO CUIDADO COM A ÁGUA,  GARANTINDO A SAÚDE DOS ECOSSISTEMAS E SEU ACESSO COM QUALIDADE PARA  CONSUMO NA CONDIÇÃO DE BEM PÚBLICO.

IDENTIFICAR, PROMOVER E COMPARTILHAR EXPERIÊNCIAS E NOVAS TECNOLOGIAS QUE POSSIBILITEM UMA AMPLIAÇÃO DO OLHAR PARA A ÁGUA, BEM COMO AS CONDIÇÕES DE ACESSO PARA AS DIVERSAS COMUNIDADES DE VIDA.

UMA PROPOSTA INCLUSIVA
CRIADA COLETIVAMENTE

AÇÃO TRANSDISCIPLINAR QUE ENVOLVE REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL, INICIATIVA PRIVADA E GOVERNO.

PROJETO COLETIVO, DEMOCRÁTICO E INCLUSIVO, COM REPRESENTATIVIDADE NACIONAL E INTERNACIONAL.

PARTICIPAÇÃO DE NOMES RECONHECIDOS E ENGAJADOS NA TEMÁTICA VINDOS DE DIFERENTES PAÍSES E COM REALIDADES DISTINTAS.

Programação
Para conquistar nossos objetivos, propomos uma programação gratuita, que transcende a discussão técnica e filosófica, propiciando uma experiência vivencial aos participantes. Serão realizadas apresentações culturais, oficinas, palestra magna e painéis com personalidades de grande destaque nos temas relacionados à água e à cultura de paz. Encerraremos as atividades realizando um ritual ecumênico para as águas.

CRITÉRIOS PARA CONSTRUÇÃO DA PROGRAMAÇÃO

REPRESENTATIVIDADE BRASILEIRA

REPRESENTATIVIDADE
DE COMUNIDADES TRADICIONAIS

RESPEITO À  DIVERSIDADE DE GÊNERO E À IGUALDADE

TODA A PROGRAMAÇÃO INCORPORA O CONCEITO DE CULTURA DE PAZ

O PROJETO PROPÕE ALIANÇAS E PROMOÇÃO DE NOVOS PARADIGMAS

MESA DE ABERTURA

11 de janeiro de 2018, das 14h30 às 16h

MOMENTO SOLENE QUE REUNIRÁ AUTORIDADES CONVIDADAS E REPRESENTANTES DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES PARA REALIZAR A ABERTURA DO EVENTO, CRIAR VÍNCULOS, PROMOVER ALIANÇAS E DAR AS BOAS-VINDAS AO PÚBLICO E AOS PALESTRANTES.

PAINÉIS TEMÁTICOS

11 de janeiro de 2018, das 16h40 às 19h10

O painel 1 objetiva lançar uma reflexão sobre a significação do papel histórico ancestral e cultura que a água desempenha desde que o homem a percebeu como um elemento essencial à sua sobrevivência pessoal e social, bem como o impacto que essas percepções causaram em sua própria sustentabilidade como recurso limitado da natureza. Na sociedade contemporânea, a Água – manifestação primordial e essencial – esvaziou-se de seu sentido pleno e sagrado, transformando-se em uma representação desprovida de ancestralidade, desconectada da própria memória do universo e da vida orgânica na Terra. Fragmentada e distanciada de sua realidade indissociável de origem e mantenedora da vida. No momento crucial em que estamos navegando, para não naufragarmos na atual insustentabilidade da relação humana com os recursos naturais, necessitamos ter um olhar integral, proveniente das sabedorias e dos conhecimentos das diferentes tradições em diálogo com as descobertas da ciência, capazes de forjar novas visões para realizar o desafio de reconstruirmos o projeto humano em nosso planeta.

12 de janeiro de 2018, das 8h40 às 10h40

Esse painel se justifica, em parte, devido à forma limitante como a crise global tem sido encarada ao focar-se apenas em voltar a crescer, haja visto que essa perspectiva não pressupõe mais uma resposta suficiente para os múltiplos desafios que estão postos nos cenários globais ou locais. É preciso enfrentar o encadeamento de fatores nos quais desastres climáticos recorrentes potencializam gargalos econômicos e radicalizam fraturas sociais, que se desdobram em guerras regionais ou étnicas, fazendo girar um conjunto de interações, que resultam em incertezas e inseguranças. A centralidade da proposta dessa mesa é conclamar as organizações de âmbito internacionais para que possam atuar em uníssono com o objetivo de transformar a água, patrimônio estratégico da humanidade, em potencial instrumento para a promoção de uma cultura de paz e cooperação. Nesse cenário, a pesquisa e a inovação vêm dando grande contribuição ao apontar caminhos, perspectivas e soluções para a superação do cenário de crise econômica, ética, política e ambiental que atravessamos como sociedade. Esse painel visa avançar sobre algumas questões, como os avanços e inovações tecnológicos e técnicos em relação à sustentabilidade da água em uma perspectiva transdisciplinar.

12 de janeiro de 2018, das 11h10 às 13h10

Na atualidade planetária, o acesso reduzido à água potável origina-se e multiplica-se nos cenários das mudanças climáticas, nos quadros alarmantes de degradação ambiental, na rápida urbanização e nas pressões de crescimento populacionais. Este horizonte de eventos pode intensificar ainda mais as tensões sociais e os conflitos, a instabilidade política e os fluxos de deslocamento e migrações pelo planeta. Nas últimas décadas o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a população e a estimativa é que a demanda aumente 55% até 2050. Em cenário diametralmente oposto, projeta-se que as reservas hídricas do mundo podem encolher 40% até 2030. Soma-se a esse cenário desafiador, a estimativa que 20% dos aquíferos – grandes reservatórios que concentram água no subterrâneo e abastecem nascentes e rios – estão sendo explorados acima de sua capacidade. Agrava-se a situação com a perspectiva que 1,8 bilhão de pessoas em breve vivam em países ou regiões afetadas pela escassez hídrica. Atualmente, aproximadamente 750 milhões de pessoas não têm acesso à água própria para o consumo.
A água é o mais básico de todos os direitos humanos e um elemento central para os assuntos globais e para a agenda de desenvolvimento, tendo implicações na paz e na segurança internacionais. Tais fatos nos colocam, como imperativo civilizacional, que possamos promover, celeremente, novos arranjos cooperativos que nos permitam, como comunidade global, a mediação de conflitos e a gestão inteligente e integrada da água e dos territórios, cenário fundamental para paz e segurança globais. Portanto, o objetivo desse painel, é criar um espaço de reflexão para enfrentarmos esses fatos dentro de uma cultura de integração de interesses em torno da água, como forma de resolução não violenta dos conflitos, fortalecendo a cultura de paz.

12 de janeiro de 2018, das 17h às 19h30

O painel Água, Educação, Arte e Cultura tem como propósito mobilizar a reflexão sobre a água como sujeito e metáfora de religação entre o indivíduo e seu ambiente, entre a pessoa e seu universo simbólico, e apresentar experiências de processos ecoformativos capazes de sensibilizar pessoas e atores sociais sobre as dimensões éticas, estéticas e simbólicas deste elemento e enraizar conhecimentos sobre a água como matriz, nutriz e motriz da vida. Um outro objetivo deste painel é refletir sobre a ética do cuidado em contraponto ao modo de intervenção inconsequente e insustentável que está por trás da crise socioambiental contemporânea que coloca em risco os ecossistemas e comunidades de vida.
Apresentar experiências de processos ecoformativos capazes de sensibilizar a respeito das dimensões éticas, estéticas e simbólicas da água como matriz, nutriz e motriz da vida, atuando como sujeito e metáfora de religação entre o indivíduo e seu ambiente, entre a pessoa e seu universo simbólico.

PALESTRA MAGNA

11 de janeiro de 2018, das 19h45 às 21h15
O líder espiritual e humanitário idealizador do movimento global Awaken Love, Sri Prem Baba, é o convidado da palestra magna e vai falar sobre os temas do seminário, compartilhar opiniões e enriquecer o diálogo

CULTURA E VIVÊNCIAS

O Seminário pretende proporcionar experiências vivenciais aos participantes e para isso reservou momentos em que serão privilegiadas atividades que utilizem arte, estímulos sensoriais e dinâmicas de interação.

12 de janeiro, das 15h às 16h30

Carta “Águas pela Paz”

Apresentação da minuta da Carta que será encaminhada ao 8º Fórum Mundial da Água e ao Fórum Alternativo Mundial da Água, com as reflexões geradas no seminário.

Facilitadores: Vera Catalão e Sérgio Ribeiro

Arte de Viver em Paz

Visa sensibilizar e despertar a consciência de que a fonte de destruição, violência e guerra, encontra-se dentro de nós mesmos.

Facilitadora: Gabriella Alencastro, psicóloga e membro do colegiado da Unipaz-DF

Ecopedagogia: Água como Matriz

A oficina tem como objetivo refletir os vários aspectos da água: memória, as águas internas, água que sustenta a vida, água como a própria vida.

Facilitadoras: Renata Lafetá, Educadora ambiental, diretora da Escola da Natureza; Maria do Socorro Ibañez, professora do Departamento de Ecologia da UnB; Ednéa Sanches, educadora Ambiental, coordenadora da Escola da Natureza.

Os sentidos da água: confluências do imaginário

A oficina vai explorar a simbologia da água como fundamento da vida e mergulhar nas confluências das águas de nosso imaginário com as águas do imaginário coletivo.

Facilitadora: Sumaya Dounis, contadora de histórias, pesquisadora de contos da tradição, mestre em Desenvolvimento Sustentável.

Educação e Governança Transdisciplinar da Água

Desenvolvimento de expedição pedagógica em uma bacia hidrográfica, em sala, promovendo reflexão sobre as diferentes percepções e saberes na construção de um processo de governança da água.

Facilitadoras: Rita Silvana, pedagoga, MSc. Engenheira Ambiental, Dra. em Educação; Roseane Palavizini, pesquisadora, Esp. Planejamento, Gestão e Educação Ambiental, Esp. Psicologia Analítica, Dra. Em Engenharia Ambiental, Pós-doutora em Educação.

Estamparia Manual em Tecido

Técnica de sopro e máscara sobre seda mista ou algodão, impressão da tinta sobre o tecido e uso das duas técnicas anteriores sobrepostas e aquareladas.

Facilitador: André Lafetá, artista plástico, gerente de Estudos e Projetos – IBRAM. Consultor do SEBRAE na área de estamparia.

EVENTO DE ENCERRAMENTO

ATO ECUMÊNICO

Celebração ritual que reúne representantes das várias tradições culturais e espirituais para trazerem suas águas sagradas e a saudarem, honrarem e abençoarem com cantos e orações conforme seus ritos.

“Temos como conceito geral evocar as mitopoéticas das ancestralidades ameríndias e afro-brasileiras em cujas águas primordiais navegam o imaginário cultual e espiritual de nossos povos de origem, a quem devemos honrar por preservarem e cultivar o Ser da Água, além de sua utilidade como ‘recurso hídrico’”. (Bené Fonteles).

Nossa Rede

Somos uma rede de pessoas e instituições públicas e privadas, de diferentes ramos de atuação, que busca criar pontes, inspirar, conscientizar e transformar por meio de um conjunto de eventos e atividades, o Águas Pela Paz.

COMITÊ DELIBERATIVO

Grupo transdisciplinar formado por representantes de instituições envolvidas com a realização do evento: Awaken Love, Universidade de Brasília – UnB, Universidade Holísitica Internacional da Paz – UNIPAZ, Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal, Centro Internacional de Água e Transdisciplinaridade – CIRAT, Instituto Espinhaço, além de representantes de cada comissão.

COLEGIADO

Grupo formado por pessoas e instituições públicas e privadas de vários setores que propõem sugestões e colaboram para a realização do evento e suas ações continuadas.

CONSELHO CONSULTIVO

Representantes das principais instituições ligadas ao projeto que aconselham, inspiram, chancelam e ajudam a viabilizar articulações para a realização do evento.

INSTITUIÇÕES

Instituições não governamentais públicas e privadas, formadas pela sociedade civil sem fins lucrativos e que tem como missão a resolução de algum problema da sociedade, seja ele econômico, racial, ambiental, e etc, ou ainda a reivindicação de direitos e melhorias e fiscalização do poder público.

ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

Entidades criadas pelas principais nações do mundo com o objetivo de trabalhar em comum para o pleno desenvolvimento das diferentes áreas da atividade humana: política, economia, saúde, segurança, entre outras.

UNIVERSIDADES E PESQUISADORES

Instituições de ensino, instituições de pesquisa e pesquisadores que produzem conhecimento sobre o tema Água.

PALESTRANTES CONFIRMADOS:

Sri Prem Baba (Palestra Magna)
Líder espiritual e humanitário, idealizador do movimento global Awaken Love

Monge Sato (Painel 1)
Monge-residente no Templo Shin Budista

Babalorisa Ogun Tòórikpe (Painel 1)
Fundador da comunidade religiosa Ilé Asé Opo Osogunlade

Álvaro Tukano (Painel 1)
Diretor do Memorial dos Povos Indígenas; professor; mentor e fundador da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro/FOIRN

Dom Leonardo Ulrich Steiner (Painel 1)
Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB

Sheikh Mohammad Al Bukai (Painel 1)
Diretor dos Assuntos Islâmicos da União Nacional das Entidades Islâmicas do Brasil (UNI)

Ruth Grinberg (Painel 1)
Psicóloga transpessoal, responsável pelo departamento de ensino da Associação Cultural Israelita de Brasília (ACIB)

Vera Catalão (Painel 2)
Professora e Pesquisadora no Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade de Brasília na área de Educação Ambiental e Ecologia Humana

Dr. Beverly Rubik (Painel 2)
Ph.D. em Biofísica pela Universidade da Califórnia, autora de mais de 90 artigos científicos e dois livros

Dr. Harry Jabs (Painel 2)
Cientista sênior e engenheiro do Institute for Frontier Science em Oakland, Califórnia. Desenvolveu diversos mecanismos e aparelhos para purificação, tratamento e captação de água

Denise Hamú (Painel 2)
Formada em História e Relações Internacionais, CEO da WWF Brasil e atualmente é representante da ONU Meio Ambiente no Brasil

Massimiliano Lombardo (Painel 2)
Coordenador de Ciências Naturais da UNESCO no Brasil

Anivaldo Miranda (Painel 3)
Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – CBHSF, e coordenador adjunto do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas do Brasil

Luiz Oosterbeek (Painel 3)
Secretário-Geral do Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas e da União Internacional das Ciências Pré-Históricas e Proto-Históricas

Oscar Rivas (Painel 3)
Fundador e membro da ONG Sobrevivência

Bené Fonteles (Painel 4)
Artista visual, escritor e compositor, curador de artes visuais e música. Coordenador do movimento Artistas pela Natureza

Moema Libera Viezzer (Painel 4)
Socióloga, Educadora e Escritora. Consultora especializada em relações de gênero e meio ambiente

Henk Van Schaik (Painel 4)
Membro do Conselho de Administração da Water Partner Foundation e Embaixador da Água e Património da ICOMOS NL. Coordena o Water Diplomacy Consortium

Ailton Krenak (Painel 4)
Professor dedicado ao movimento indígena

Maria Alice Freire (Painel 4)
Membro do Conselho Internacional das Treze Avós Nativas e fundadora do Centro de Medicina da Floresta”

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